https://paparazoo.com.br Wed, 13 May 2026 17:48:55 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://paparazoo.com.br/wp-content/uploads/2026/01/cropped-cropped-Logotipo-preto-1-1-32x32.png https://paparazoo.com.br 32 32 Nova fábrica: nutrição para cães e gatos em expansão no Brasil https://paparazoo.com.br/2026/05/12/nova-fabrica-nutricao-para-caes-e-gatos-em-expansao-no-brasil/ Tue, 12 May 2026 18:00:04 +0000 https://paparazoo.com.br/?p=913
Créditos: Divulgação / dsm-firmenich

A dsm-firmenich, inovadora líder em nutrição, saúde e beleza, anunciou hoje a abertura da NextGen Itatiba, uma instalação de premixes de nutrição animal totalmente dedicada, localizada em Itatiba, São Paulo, Brasil.

Desenvolvida em colaboração com a Globalfood, a unidade foca na produção de premixes de vitaminas e minerais para cães e gatos domésticos, e servirá como o principal centro de fabricação e fornecimento da dsm-firmenich para nutrição pet na América do Sul.

A inauguração marca o mais recente investimento da dsm-firmenich em sua crescente rede global de instalações dedicadas a premixes de alimentos para animais de estimação, após as recentes aberturas de suas unidades europeia e norte-americana em Haag (Áustria) e Tonganoxie (Kansas, EUA), respectivamente.

Agora com três locais de produção dedicados e conectados, a dsm-firmenich está posicionada de forma única para moldar o futuro da nutrição pet e oferecer um serviço excepcional aos seus parceiros na Europa, América do Norte e do Sul.

Excelência em premixes de próxima geração, construída por e para os especialistas em nutrição pet da América do Sul, a NextGen Itatiba está localizada a aproximadamente 100 quilômetros da cidade de São Paulo, beneficiando-se do acesso a infraestruturas e redes de distribuição importantes, o que permite uma melhor resposta às marcas de alimentos para pets em toda a América do Sul.

A instalação é operada pela Globalfood, parceira de longa data da dsm-firmenich com mais de 30 anos de expertise em tecnologia de alimentos e ingredientes. Sob o acordo, a Globalfood atuará como fabricante terceirizada dedicada (toll manufacturer), enquanto a dsm-firmenich retém a  responsabilidade total pela formulação, aquisição de matérias-primas, controle de qualidade e liberação dos produtos.

Victor Hasserodt, Gerente Geral da Globalfood, afirma: “Estamos imensamente entusiasmados em expandir nossa parceria de sucesso com a dsm-firmenich, à medida que ela traz suas soluções de nutrição pet de classe mundial para mais perto dos  clientes no Brasil, na América do Sul e além. Como parte do nosso campus certificado de ingredientes alimentícios, a NextGen Itatiba se beneficia de uma infraestrutura de sustentabilidade bem estabelecida, incluindo geração de energia solar, sistemas de reuso de água e iniciativas de reflorestamento”.

“Com a combinação do foco em inovação líder de categoria da dsm-firmenich e nossa expertise em fabricação responsável, esperamos que a NextGen Itatiba entregue sucessos incríveis para as marcas de pet food em toda a América do Sul”, completa.

Construída de acordo com padrões de certificação de grau alimentício, sem produção para outras espécies animais no local, a NextGen Itatiba foi projetada para garantir que a nutrição pet nunca compita por capacidade com a ração comercial.

Em termos de capacidade de produção, a instalação está equipada para misturar virtualmente qualquer ingrediente em pó seco, permitindo que os fabricantes personalizem receitas para marcas individuais, seus mercados-alvo e os requisitos nutricionais específicos dos pets que atendem.

Investindo no melhor para os amigos peludos do mundo

A NextGen Itatiba é a mais recente adição à crescente rede global de instalações dedicadas à nutrição pet da dsm-firmenich, cada uma projetada para oferecer produção de premixes de grau alimentício e específicos por espécie em suas respectivas regiões. Sua abertura garante que os fabricantes de alimentos para pets da América do Sul possam acessar o mesmo nível de expertise dedicada disponível para os clientes da dsm-firmenich na Europa e na América do Norte.

“A abertura desta nova instalação faz parte de um compromisso estratégico coordenado e de longo prazo com a nutrição pet como uma categoria de crescimento prioritária, apoiada por ciência de formulação de classe mundial e um pipeline de inovação global”, comenta Francisco Fienga, Presidente da dsm-firmenich no Brasil.

“A América do Sul representa um dos mercados de nutrição pet que mais cresce no cenário mundial. Ao estabelecer uma instalação dedicada no coração deste mercado de alto crescimento, a dsm-firmenich está reforçando seu compromisso de longo prazo com este continente e com os fabricantes, tutores de pets e – o mais importante – os amados animais de estimação que chamam este lugar de lar”, acrescenta Jose Fernandes, Vice-Presidente de Vendas Pet food para América Latina na dsm-firmenich.

Para saber mais sobre as capacidades e soluções da dsm-firmenich para pet food, clique aqui.

da Redação Paparazoo

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Seu pet pode salvar vidas: Faculdade promove doação de sangue para cães e gatos no ABC https://paparazoo.com.br/2026/05/04/seu-pet-pode-salvar-vidas-faculdade-promove-doacao-de-sangue-para-caes-e-gatos-no-abc/ Mon, 04 May 2026 15:49:02 +0000 https://paparazoo.com.br/?p=904
Crédito: Freepik

Cães e gatos também podem ser doadores e ajudar a salvar a vida de outros animais em situações de emergência. Com esse objetivo, a Faculdade Anhanguera de Santo André em parceria com a unidade de São Bernardo do Campo, promove no dia 19 de maio, das 8h às 12h, a primeira edição do “Dia do Herói Pet”, evento gratuito de doação de sangue para cães e gatos.

A ação, realizada em parceria com o laboratório HemoVet Pet Care, busca ampliar o conhecimento da população sobre a importância da doação de sangue na medicina veterinária, além de contribuir diretamente para a manutenção dos estoques, fundamentais para cirurgias, tratamentos e atendimentos emergenciais.

Como forma de incentivo, os pets doadores receberão check-up gratuito e brindes oferecidos por parceiros. Todo o processo será conduzido por uma equipe especializada, com estrutura completa fornecida pelo banco de sangue parceiro, garantindo segurança e conforto aos animais durante o procedimento.

“Assim como na medicina humana, a doação de sangue é essencial para salvar vidas também na medicina veterinária. Ainda há pouco conhecimento sobre esse tema, por isso iniciativas como essa são fundamentais para conscientizar a população e ampliar o número de doadores”, destaca Vivian Vivanco, coordenadora do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Anhanguera.

Serviço:

1º Dia do Herói Pet – Evento de doação de sangue para cães e gatos

19 de maio, das 8h às 12h

Clínica Veterinária Escola da Faculdade Anhanguera

Avenida Doutor Rudge Ramos, 1501 – São Bernardo do Campo / SP

Agendamento prévio pelo WhatsApp (11) 94101-0725 ou neste link. A triagem será realizada pelo banco de sangue parceiro

da Redação Paparazoo

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Fato ou fake: o que é verdade sobre a documentação para viagens internacionais com pets https://paparazoo.com.br/2026/05/04/fato-ou-fake-o-que-e-verdade-sobre-a-documentacao-para-viagens-internacionais-com-pets/ Mon, 04 May 2026 15:00:39 +0000 https://paparazoo.com.br/?p=862
Crédito: Freepik

O transporte aéreo de animais de estimação registra crescimento consistente no Brasil e no mundo, impulsionado pela mudança no perfil dos viajantes e pela humanização dos pets. Dados mais recentes do setor indicam que mais de 250 mil operações de transporte de cães e gatos foram realizadas em 2025, considerando diferentes modalidades, com índice de sucesso superior a 99,9%, evidenciando avanços em segurança e protocolos operacionais.

A demanda acompanha uma tendência observada nos últimos anos. Em 2023, cerca de 80 mil pets viajaram de avião no Brasil, com expectativa de ultrapassar 100 mil em 2024, número que se consolidou e avançou em 2025 com a ampliação da oferta de serviços e maior adesão dos tutores.

Levantamentos divulgados ao longo de 2026 apontam que apenas uma grande operação aérea brasileira transportou mais de 70 mil animais em cabine ao longo de 2025, reforçando o crescimento do segmento e a preferência por viagens com os pets próximos aos tutores.

O avanço do setor está diretamente ligado à expansão do mercado pet, à maior flexibilização de regras operacionais e ao investimento em protocolos de bem-estar animal. Atualmente, a maior parte dos animais viaja na cabine, respeitando limites de peso e exigências sanitárias, enquanto o transporte em compartimentos específicos segue normas rigorosas de segurança e climatização.

Juliana Stephani, CEO da PETFriendly Turismo, empresa que organiza e planeja o transporte seguro de pets em viagens nacionais e internacionais destaca que o transporte aéreo de pets deixou de ser um serviço de nicho e passou a integrar a experiência de viagem de famílias e profissionais em deslocamentos nacionais e internacionais.

Para esclarecer dúvidas ainda presentes no público, a PETFriendly Turismo, empresa que organiza e planeja o transporte seguro de pets em viagens nacionais e internacionais, separou abaixo os principais fatos e fake news sobre documentação para viagens aéreas internacionais com pets.

Fatos

Cada país possui regras próprias: As exigências variam conforme o destino e podem incluir quarentena, microchip de identificação e prazos mínimos entre vacinação e embarque. Os países podem, inclusive, exigir documentação diferente na entrada e no retorno do animal ao país de origem.

O acompanhamento veterinário é indispensável: A orientação de um médico-veterinário é fundamental para garantir que o pet esteja apto para viajar e com toda a documentação correta, evitando riscos à saúde do animal e impedimentos no embarque.

A documentação é tão importante quanto o bilhete aéreo: Falhas na documentação são uma das principais causas de impedimento de embarque de pets em voos internacionais. Por isso, o planejamento deve ser feito com antecedência e alinhado às exigências do país de destino e de conexão.

Fake

Basta a carteira de vacinação atualizada: A carteira de vacinação é obrigatória, mas não suficiente. Para viagens internacionais, normalmente são exigidos certificados veterinários internacionais, comprovação de vacina antirrábica válida e, em muitos casos, exames sorológicos específicos.

A documentação pode ser emitida poucos dias antes da viagem: Embora alguns documentos tenham validade curta, como certificados sanitários, outros exigem planejamento antecipado. Exames e vacinas podem demandar semanas ou meses para atender às regras internacionais.

Todos os países aceitam as mesmas regras de transporte: Não há padronização global. Alguns destinos possuem restrições mais rigorosas, inclusive limitações quanto ao transporte em cabine, exigências climáticas e até proibição de determinadas espécies ou raças.

“Com o aumento das viagens internacionais com pets, a documentação deixou de ser um detalhe operacional e passou a ser um fator determinante para o embarque. Hoje, o maior risco não está no transporte em si, mas na falta de planejamento e no desconhecimento das exigências específicas de cada país, que podem variar significativamente” finaliza Juliana.

da Redação Paparazoo

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Prefeitura de Araraquara confirma primeiro caso de esporotricose felina em 2026 https://paparazoo.com.br/2026/05/02/prefeitura-de-araraquara-confirma-primeiro-caso-de-esporotricose-felina-em-2026/ Sat, 02 May 2026 10:00:17 +0000 https://paparazoo.com.br/?p=810
Crédito: Imagem criada por IA

O Centro de Controle de Zoonoses e Sinantrópicos da Secretaria Municipal da Saúde de Araraquara (SP), informou esta semana que foi confirmado o primeiro caso do ano de um gato infectado com esporotricose no município, na região do Valle Verde. Segundo o informe da Prefeitura, o animal já está em tratamento, e a tutora, após identificar sintomas que podem indicar infecção, foi encaminhada à unidade de saúde para realização de exames.

As equipes da secretaria atuaram durante a última semana na busca ativa por mais gatos e pessoas com possíveis sintomas, além de oferecer orientações para moradores dos bairros próximos. Os profissionais das unidades de saúde também receberam mais informações a respeito do manejo de pacientes com suspeita da doença.

A esporotricose é uma doença provocada por um fungo do gênero Sporothrix que é muito agressivo e já está se espalhando para fora do Brasil. Os gatos são as principais vítimas e os potenciais transmissores. Ela causa lesões cutâneas que podem começar como pequenos caroços (nódulos) e evoluir para úlceras abertas e com secreção. Essas feridas não cicatrizam facilmente e costumam espalhar-se pelo corpo. O tratamento com antifúngico é demorado e muitas vezes não traz os resultados esperados.

“A esporotricose precisa ser levada a sério. Estamos convivendo com esta doença há anos. No começo deste ano, o Ministério da Saúde tornou a notificação dos casos humanos, obrigatória, mas a contagem dos animais – que são os vetores de transmissão – continua a cargo de cada estado. Isso compromete muito o controle e como vemos, ele tornou-se urgente”, explica o professor titular de medicina-veterinária da UNIP, Carlos Brunner.

Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo, o estado enfrenta um cenário crítico na saúde animal e humana. Segundo o Boletim Epidemiológico da Secretaria da Saúde, divulgado em fevereiro/26, os casos vêm crescendo nos últimos 15 anos.

O Boletim destaca os casos em humanos e informa que “desde a primeira notificação de esporotricose no estado de São Paulo, registrada em setembro de 2011, até o final de 2025, foram notificados 7.834 casos do agravo em todo o território estadual. Desse total, 7.774 casos concentram-se nos últimos dez anos, sendo 6.784 registrados apenas nos últimos cinco anos. Esse cenário evidencia um aumento expressivo e contínuo no número de casos ao longo do período analisado, caracterizando um crescimento exponencial da doença, com pico nos últimos 5 anos”.

No caso da esporotricose animal, já foram notificados mais de 16 mil casos no estado de São Paulo, nos últimos 15 anos. O avanço da doença, que já atinge 84% de transmissão zoonótica (de animal para humano), coloca o tratamento veterinário no centro da estratégia de contenção epidemiológica.

Por se tratar de uma doença que acomete principalmente gatos domésticos que têm acesso livre às ruas e gatos de vida 100% livre, estima-se que o cenário real da esporotricose animal seja substancialmente mais grave do que aquele observado nos dados disponíveis.

Esperança para o tratamento da esporotricose felina

Uma técnica está trazendo esperança para o tratamento da esporotricose felina. Batizado de Sporo Pulse, o equipamento inédito no Brasil, desenvolvido pelo pesquisador Carlos Brunner, pela startup Akko Health Devices, usa a eletroporação para matar o fungo causador da doença.

“Quem tem gato sabe que dar remédio via oral é muito difícil. Eles rejeitam, vomitam e arranham para tentar fugir na hora da medicação. Há muitos medicamentos no comércio, alguns funcionam bem e outros nem tanto. Infelizmente isso só vai ser descoberto depois de meses de tentativa de tratamento e há o risco de se chegar à conclusão de que foi inútil. Dessa forma houve um desperdício de tempo e de dinheiro. Nessa mesma linha, a cada dia que se prolonga o tratamento, aumenta o risco de transmissão a outros gatos e às pessoas, inclusive os responsáveis pelos gatos”, explica Brunner.

A técnica desenvolvida por Brunner exige menor número de manipulações do gato, menor custo, boa eficácia em animais resistentes à terapia convencional e redução do período de tratamento.

Carlos Brunner é um dos maiores especialistas no uso de pulsos elétricos no tratamento de doenças e precursor da eletroquimioterapia no Brasil. O equipamento vem sendo testado há mais de um ano em universidades e em clínicas privadas e já está disponível no mercado.

A técnica atua sobre as células do gato, mas elas permanecem vivas. O segredo está em atuar diretamente no fungo. “A estrutura celular dos fungos é diferente das células, cujos poros se abrem e fecham. No caso do fungo, os poros se formam e não se fecham mais, e ele morre. Trabalho com eletroporação há 18 anos e vi nesta técnica a possibilidade de provocar a formação dos poros irreversíveis nos fungos, devido suas características celulares. Ou seja, matando o fungo e preservando o tecido normal do gato”, explica o prof. Brunner.

da Redação Paparazoo

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Pets também sentem tédio? https://paparazoo.com.br/2026/05/01/pets-tambem-sentem-tedio/ Fri, 01 May 2026 15:00:07 +0000 https://paparazoo.com.br/?p=827
Crédito: Freepik

Quem convive com um pet já percebeu momentos em que o animal parece inquieto sem motivo aparente, perde o interesse por interações ou passa a repetir comportamentos, como roer objetos, miar em excesso ou simplesmente ficar apático. Esses sinais, muitas vezes interpretados como “birra” podem estar relacionados a algo menos evidente: a falta de estímulo.

Assim como acontece com humanos, cães e gatos precisam de atividades para se manterem engajados. No ambiente doméstico, onde tudo é previsível e de fácil acesso, o dia pode se tornar pouco estimulante. Quando não há oportunidade para explorar, investigar ou resolver pequenas tarefas, o cérebro reduz seu nível de ativação, o que pode gerar tanto excesso de energia quanto desmotivação.

Do ponto de vista comportamental, isso está ligado à ausência do chamado comportamento apetitivo: uma sequência natural de ações que envolve buscar, investigar e conquistar recursos, como o alimento. Na natureza, esse processo ocupa boa parte do tempo do animal. Já dentro de casa, quando a comida é oferecida sempre da mesma forma, em um único ponto e sem variação, essa etapa praticamente desaparece.

“Quando o pet não tem oportunidade de exercer comportamentos naturais ou recebe poucos estímulos, ele tende a redirecionar essa energia. Isso pode aparecer como agitação, comportamentos repetitivos ou até desinteresse. Por isso, o enriquecimento ambiental é tão importante, pois ele devolve ao animal esse espaço de interação com o ambiente”, explica Bruna Isabel, médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition.

Os animais respondem de formas diferentes a essa necessidade. Os cães, mais sociais, tendem a buscar interação ativa com o tutor e se beneficiam de atividades que envolvam movimento, comando e recompensa. Já os felinos, com comportamento mais independente, respondem melhor a estímulos que simulem a caça, com oportunidades de explorar, perseguir e .

Nesse contexto, a alimentação pode ser uma aliada importante para tornar o ambiente mais dinâmico. Ao invés de ser apenas um momento pontual do dia, ela pode ser integrada a pequenas atividades que estimulam o raciocínio e o comportamento exploratório.

Uma forma simples de fazer isso é variar a forma de oferta. Espalhar pequenas porções de petiscos ou da própria ração em diferentes pontos da casa estimula o olfato e incentiva o animal a se movimentar e investigar o ambiente. Outra estratégia é utilizar brinquedos interativos, que exigem manipulação para liberar o alimento, prolongando o tempo de atividade e aumentando o engajamento.

Para os cães, atividades de busca, como esconder snacks em locais acessíveis ou utilizar tapetes olfativos, ajudam a trabalhar concentração e gasto de energia. Já para os gatos, o ideal é associar o alimento a movimentos ou desafios que simulem a captura, como esconder pequenas porções em superfícies elevadas ou utilizar brinquedos que incentivem o toque e a exploração.

Os petiscos, nesse cenário, funcionam como um elemento de motivação. Por serem altamente atrativos, aumentam o interesse do animal em participar dessas atividades e ajudam a transformar a alimentação em uma experiência mais completa. Mais do que oferecer o snack em si, o valor está na forma como ele é inserido na rotina.

Além disso, pequenas mudanças no ambiente também fazem diferença. “Alterar a disposição de objetos, criar novos pontos de exploração ou variar os locais de descanso contribui para tornar o espaço mais interessante. O enriquecimento ambiental não depende de grandes intervenções, mas de consistência e intenção”, detalha a profissional.

Ao integrar alimentação, estímulo mental e interação, o tutor ajuda o pet a exercer comportamentos naturais que muitas vezes ficam limitados no ambiente doméstico. Isso reduz sinais de tédio, melhora o equilíbrio comportamental e contribui para uma rotina mais ativa e saudável.

Quando o dia a dia oferece desafios na medida certa, o pet se mantém mais engajado, equilibrado e conectado ao ambiente em que vive.

da Redação Paparazoo

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Maio Amarelo: Baixa ingestão de água aumenta sobrecarga renal em pets, indicam estudos https://paparazoo.com.br/2026/05/01/maio-amarelo-baixa-ingestao-de-agua-aumenta-sobrecarga-renal-em-pets-indicam-estudos/ Fri, 01 May 2026 10:00:01 +0000 https://paparazoo.com.br/?p=873
Crédito: Divulgação

Diretrizes da International Renal Interest Society (IRIS), referência mundial em nefrologia veterinária, incluem a manutenção da hidratação entre as medidas recomendadas no manejo da doença renal crônica em cães e gatos.

Isso porque os rins dependem diretamente de um fluxo adequado de água para filtrar substâncias do organismo e manter o equilíbrio fisiológico. Quando a ingestão hídrica é insuficiente, a urina fica mais concentrada e a sobrecarga renal aumenta.

Além da oferta constante de água fresca, a alimentação exerce papel importante na ingestão hídrica diária, explica Iana Furtado, médica veterinária parceira de A Quinta Pet, foodtech de alimentação natural para cães. Segundo ela, dietas úmidas — especialmente alimentos naturais com maior teor de umidade — favorecem maior ingestão hídrica por meio da própria refeição.

“Esse aporte amplia o consumo total de líquidos ao longo do dia, ajudando a manter a urina mais diluída e reduzindo a sobrecarga sobre os rins. Quando o pet consome apenas alimentos secos, ele precisa compensar essa falta de umidade bebendo mais água. Alimentos com maior teor hídrico ajudam a complementar essa necessidade de forma natural”, destaca Iana.

O que oferecer

A veterinária destaca o papel das proteínas, frutas e legumes como complemento hidratante. “Proteínas oferecidas geladas ou levemente congeladas, tornam-se uma alternativa relevante para a hidratação. Algumas combinações também podem fazer parte da rotina, como preparações com abobrinha, chuchu e proteínas leves. Esses ingredientes têm boa quantidade de água e são de digestão fácil, o que contribui para o equilíbrio do organismo”, orienta.

Já sobre as frutas, muitas hidratam naturalmente. É o caso da melancia, do melão, do morango, da pera e da maça, por exemplo, que possuem alto teor de água e ajudam a manter os cães hidratados. No entanto, Iana faz um alerta: retirar todas as sementes e caroços e evitar as frutas potencialmente tóxicas, como uva, carambola, açaí e abacate (casca e caroço).

Contudo, esclarece que qualquer mudança na alimentação deve ser orientada por um médico veterinário. E, caso a introdução seja feita junto à ração comercial, o recomendado é que ocorra de forma gradual, começando com cerca de 10% a 20% da refeição e aumentando essa proporção ao longo de 7 a 14 dias.

A seguir, algumas opções atrativas para estimular a ingestão hídrica:

Cubos de fruta gelados: pique melancia ou melão em cubos e ofereça refrigerados como um petisco refrescante.

Forminhas de gelo nutritivas: bata a fruta ou a proteína com um pouco de água ou iogurte natural 2 ingredientes e congele em forminhas. Pode ser oferecido como um “geladinho” natural.

Picolés caseiros para pets: use caldo de carne sem sal e sem temperos ou iogurte natural sem açúcar como base e congele em porções pequenas.

da Redação Paparazoo

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Como preparar os pets para o outono: 8 cuidados essenciais para garantir conforto e bem-estar https://paparazoo.com.br/2026/05/01/como-preparar-os-pets-para-o-outono-8-cuidados-essenciais-para-garantir-conforto-e-bem-estar/ Fri, 01 May 2026 09:00:14 +0000 https://paparazoo.com.br/?p=838
Crédito: Divulgação

A chegada do outono traz mudanças importantes no clima, como a queda de temperatura e o ar mais seco, que também impactam diretamente a rotina, o comportamento e a saúde dos cães. Nesse período, é comum que os pets apresentem alterações no nível de energia, na pele e até nos hábitos do dia a dia, exigindo atenção redobrada dos tutores.

Segundo Denise Neves, especialista em comportamento canino e sócia da Dog Corner, pequenas adaptações já fazem grande diferença. “O outono exige ajustes simples, mas importantes. Observar o comportamento do cão e adaptar a rotina é fundamental para manter o bem-estar nessa época do ano”, explica.

A seguir, a especialista lista os principais cuidados para preparar os pets para o outono:

1. Observe mudanças de comportamento

“Com a queda de temperatura, alguns cães ficam mais quietos, procuram locais mais quentes e podem apresentar menor disposição, principalmente em horários mais frios. Essas mudanças são comuns, mas precisam ser acompanhadas”, explica Denise.

2. Redobre a atenção com a pele e pelagem

“O clima seco pode causar ressecamento, coceira e descamação, além de deixar os pelos mais opacos. Cães com sensibilidade dermatológica merecem atenção especial, com uso de produtos adequados e acompanhamento dos sinais”, alerta a especialista.

3. Fique atento a problemas respiratórios

“O outono pode favorecer quadros como a gripe canina, não por causa da estação em si, mas pelas condições do clima e maior permanência em ambientes fechados, que facilitam a circulação de agentes infecciosos”, destaca.

4. Adapte a rotina de passeios

“Passeios continuam sendo essenciais, mas podem precisar de ajustes. Evitar horários muito frios e observar o comportamento do cão durante a atividade ajuda a manter o equilíbrio”, orienta.

5. Estimule a hidratação

“Em dias mais frescos, muitos cães bebem menos água. É importante incentivar o consumo, manter a água sempre limpa e fresca e observar possíveis mudanças no hábito”, reforça a especialista.

6. Tenha atenção com cães mais sensíveis

“Cães de pelo curto, idosos, magros ou com problemas de saúde tendem a sentir mais o frio. Nesses casos, é importante evitar exposição prolongada e garantir ambientes mais protegidos”, explica ela.

7. Invista em conforto térmico

“Oferecer caminhas, cobertas e locais protegidos do frio ajuda o cão a se sentir mais seguro e confortável, principalmente durante a noite”, pontua.

8. Avalie o uso de roupas com cuidado

“As roupinhas podem ser úteis para alguns cães, principalmente os mais sensíveis ao frio. Mas é importante observar o conforto do animal. Se ele demonstra incômodo, o ideal é não insistir”, aconselha.

Para Denise, o mais importante é observar o pet no dia a dia. “Cada cachorro reage de uma forma. O tutor precisa estar atento aos sinais e adaptar a rotina conforme a necessidade”, finaliza.

da Redação Paparazoo

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Dar água para baratas e fazer o “parto” de grilos: conheça uma profissão curiosa do Zoo São Paulo no Dia do Trabalho https://paparazoo.com.br/2026/05/01/dar-agua-para-baratas-e-fazer-o-parto-de-grilos-conheca-uma-profissao-curiosa-do-zoo-sao-paulo-no-dia-do-trabalho/ Fri, 01 May 2026 08:00:55 +0000 https://paparazoo.com.br/?p=815
Créditos: Divulgação / Zoo SP

No Dia do Trabalho, uma atividade fora do radar do público revela bastidores curiosos do Zoológico de São Paulo. Em um setor distante da visitação, profissionais se dedicam a tarefas incomuns, como dar água a baratas e acompanhar o nascimento de grilos, etapa por etapa, como em um parto manual.

A cena causa estranhamento, mas integra a engrenagem que sustenta o funcionamento do parque, o qual abriga cerca de 2.500 animais de quase 300 espécies. Parte desse grupo depende de insetos como base da alimentação. Para garantir oferta regular e segura, o zoológico mantém um biotério voltado à produção de baratas, grilos e moscas.

No espaço, os técnicos – biólogos, zootecnistas e tratadores –  seguem uma rotina rigorosa: o trabalho inclui controle da alimentação, da hidratação e da reprodução dos insetos, além da limpeza constante dos recipientes. Entre as tarefas, ações pouco usuais chamam a atenção. Dar água a baratas faz parte do processo que assegura o desenvolvimento dos insetos que alimentam anfíbios, como sapos, rãs e axolotes.

Uma das etapas mais curiosas ocorre na reprodução dos grilos. Para estimular a postura, a equipe utiliza algodão úmido dentro das caixas. Após alguns dias, o material é transferido para outro recipiente. Quando os ovos eclodem, começa um trabalho minucioso. Os filhotes são retirados, um a um, do algodão, em procedimento que os próprios tratadores comparam a um parto.

“Eu gosto muito de trabalhar aqui, porque o biotério não é um setor isolado, ele é um dos mais importantes do zoológico, produzindo alimentação para uma grande quantidade de animais. De certa forma, a gente alimenta o zoológico, e é muito legal participar desse processo”, conta Guilherme Carone, tratador do biotério do Zoológico de São Paulo.

“Eu conto para os meus amigos o que eu faço aqui, e ninguém entende muito bem, mas eu trabalho com cinco tipos de baratas, algumas tão grandes que o pessoal até se assusta”, brinca o tratador.

Créditos: Divulgação / Zoo SP

Além de compor a dieta de anfíbios e répteis, os insetos também têm outra função: integram ações de enriquecimento ambiental, estratégia voltada ao bem-estar animal. A prática estimula comportamentos naturais, a cognição e a movimentação.

Entre os beneficiados estão primatas, como chimpanzés, mico-leão-dourado e sauim-de-coleira, além de tamanduás e aves. Nesses casos, os insetos funcionam como desafio ou recompensa, o que amplia as possibilidades de interação com o ambiente.

Responsável pela nutrição do zoológico, o zootecnista Lucas Carneiro destaca que “o biotério tem papel decisivo na conservação de espécies ameaçadas. A produção interna garante segurança alimentar e viabiliza a manutenção de animais com dietas específicas”.

É o caso da perereca-de-Alcatraz, espécie ameaçada de extinção que se alimenta de grilos em estágio inicial. Sem a estrutura do biotério, afirma, não seria possível manter o trabalho.

Serviço:

Campanha Mãe não Paga no mês de maio

Zoológico de São Paulo – ingresso avulso antecipado por R$ 99,90, com direito a uma cortesia para a mãe. O valor em compras para o mesmo dia é de R$ 119,90 (cortesia válida apenas para compras antecipadas)

Jardim Botânico – ingresso avulso por R$ 39,90, com direito a uma cortesia para a mãe na compra antecipada do ingresso

Simba Safari – ingresso avulso antecipado por R$ 99,90, com direito a uma cortesia para a mãe. O valor em compras para o mesmo dia é de R$ 119,90. (cortesia válida apenas para compras antecipadas)

Combo com cinco atrações – Zoo SP, Jardim Botânico, Simba Safari, Mundo Dino e Acqua Zoo – de R$ 379,50 por R$ 169,90 na compra antecipada, com direito a uma cortesia para a mãe. O valor no dia é de R$ 189,90.

Funcionamento dos parques:

Zoo São Paulo: aberto de segunda à sexta-feira das 9h às 16h (visitação até às 17h), e aos sábados, domingo e feriados das 8h30 às 17h (visitação até às 18h)

Jardim Botânico: aberto de segunda à sexta-feira das 9h às 16h (visitação até às 17h), e aos sábados, domingo e feriados das 9h às 17h (visitação até às 18h)

Simba Safari: aberto de segunda à sexta-feira das 9h às 17h (visitação até às 18h), e aos sábados, domingo e feriados das 8h30 às 17h (visitação até às 18h)

Sites para compra de ingressos – Jardim Botânico – Zoo SP e Simba Safari

Zoológico de São Paulo: Avenida Miguel Estéfano, 4241 – Água Funda

Jardim Botânico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 3031 – Água Funda

da Redação Paparazoo

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Crianças que crescem com pets são mais empáticas, indicam estudos científicos https://paparazoo.com.br/2026/04/30/criancas-que-crescem-com-pets-sao-mais-empaticas-indicam-estudos-cientificos/ Thu, 30 Apr 2026 17:00:57 +0000 https://paparazoo.com.br/?p=844
Imagem criada por IA

Pesquisas recentes indicam que crescer com animais de estimação pode aumentar a empatia e estimular habilidades sociais nas crianças.

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Um estudo publicado na revista científica Anthrozoös mostrou que crianças com forte vínculo com seus pets apresentam maior capacidade de compreender emoções alheias. Já uma pesquisa da Frontiers in Psychology identificou que interações como cuidar, proteger e ajudar o animal são sinais iniciais de empatia.

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Além disso, revisões da American Academy of Child and Adolescent Psychiatry apontam que a convivência com pets pode contribuir para o desenvolvimento sócio emocional, estimulando responsabilidade, cooperação e redução do estresse.

da Redação Paparazoo

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Fim da alimentação forçada: Brasil dá passo decisivo contra o foie gras https://paparazoo.com.br/2026/04/30/fim-da-alimentacao-forcada-brasil-da-passo-decisivo-contra-o-foie-gras/ Thu, 30 Apr 2026 16:36:26 +0000 https://paparazoo.com.br/?p=851
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O Congresso Nacional do Brasil aprovou um projeto de lei histórico que proíbe a produção e a comercialização de qualquer produto alimentício derivado da alimentação forçada de animais, proibindo, na prática, o foie gras em todo o país. A medida representa um avanço significativo na legislação nacional de bem-estar animal e agora aguarda sanção presidencial para se tornar lei.

O texto aprovado é baseado no Projeto de Lei 90/2020, uma proposta legislativa que foi priorizada dentro da Agenda Legislativa Animal 2026, desenvolvida pela Sinergia Animal. A inclusão desse projeto na agenda reflete um esforço contínuo da sociedade civil para pôr fim a práticas consideradas incompatíveis com os padrões contemporâneos de bem-estar animal.

Se sancionada, a legislação colocará o Brasil entre um número crescente de jurisdições que passaram a restringir ou proibir práticas de alimentação forçada na produção de foie gras, um produto amplamente criticado por especialistas e organizações de bem-estar animal devido aos métodos utilizados em sua produção.

A proibição abrange a produção, comercialização, importação e distribuição de produtos alimentícios obtidos por meio de técnicas de alimentação forçada. Parlamentares que apoiaram a medida destacaram as implicações éticas da prática e a importância de alinhar os padrões nacionais de produção de alimentos com as compreensões científicas e sociais em evolução sobre o bem-estar animal.

“A alimentação forçada causa sofrimento inegável e deve ser efetivamente proibida para garantir o bem-estar animal. Proteger os animais é um passo fundamental para construir uma sociedade mais ética e justa para todas as formas de vida”, afirma Cristina Diniz, diretora da Sinergia Animal Brasil.

A aprovação do projeto marca um momento importante na história legislativa do Brasil em relação à proteção animal, sinalizando maior atenção institucional às questões de bem-estar nos sistemas de produção de alimentos. Defensores argumentam que a decisão reflete uma mudança mais ampla nas políticas públicas em direção a uma maior responsabilidade ética na agricultura e na indústria alimentícia.

Com o projeto agora aguardando sanção presidencial, diferentes setores da sociedade civil, do setor agropecuário e das instituições públicas acompanham de perto a próxima etapa do processo legislativo. Caso seja sancionada, a lei deve gerar impactos imediatos para produtores e varejistas ligados ao foie gras e produtos similares, ao mesmo tempo em que reforça o marco regulatório brasileiro em bem-estar animal.

A Sinergia Animal destacou que esse avanço não representa um ponto final, mas sim um passo importante em esforços contínuos para fortalecer as proteções legais aos animais e promover sistemas alimentares mais humanitários. A organização reafirmou seu compromisso com a continuidade da incidência por medidas legislativas que reduzam o sofrimento animal e promovam padrões éticos nas práticas de produção em toda a região.

da Redação Paparazoo

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