
Com as “águas de março fechando o verão” e o aumento das chuvas em diversas regiões do Brasil, cresce o alerta para a leptospirose, doença infecciosa grave de caráter zoonótico e potencialmente fatal. Segundo o Ministério da Saúde, são quase 3 mil casos da doença e mais de 200 óbitos de humanos registrados no país ao ano, enquanto nos cachorros a taxa de infecção chega a 19,7%ii.
Grande parte desse cenário costuma estar relacionada a períodos com maior volume de chuva. A leptospirose é causada por bactérias do gênero Leptospira, eliminadas principalmente na urina de roedores. Com a chuva, essa urina pode se misturar à água e ao solo, contaminando poças e áreas alagadas, consequentemente favorecendo a disseminação da bactéria e aumentando o risco de transmissão.
Além da preocupação para a saúde humana, a leptospirose também representa um risco significativo para os cães, que tendem a ficar mais vulneráveis durante períodos chuvosos, especialmente em ambientes urbanos com alagamentos e presença de água contaminada. Durante os passeios, os animais podem ter contato com locais recentemente alagados, onde a bactéria pode permanecer ativa no solo e em poças d’água.
“Durante períodos chuvosos, a atenção com a saúde preventiva dos pets deve ser redobrada, pois a exposição à água contaminada aumenta significativamente o risco de infecção. Por isso, a vacinação é fundamental para proteger os animais e reduzir as chances de doenças como a leptospirose”, afirma Mariana Guedes, Coordenadora de Serviços Técnicos de Animais de Companhia na Zoetis Brasil.
Mais do que prevenir doenças, a vacinação permite que os cães tenham uma vida mais segura, ativa e com liberdade para brincar, passear e conviver com suas famílias. As vacinas estimulam o sistema imunológico do animal a reconhecer e combater agentes infecciosos, sendo uma das formas mais eficazes de proteção contra doenças graves.
Nesse contexto, a vacina múltipla Vanguard Plus (V10) oferece proteção abrangente contra doenças caninas, incluindo a leptospirose – com cobertura para sorovares relevantes como Leptospira canicola, L. Icterohaemorrhagiae, L. pomona e L. grippotyphosa – além de outras doenças importantes, como cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa canina e parainfluenza.
“Vacinar é um ato de cuidado com o animal e com toda a família. Ao proteger o pet, também reduzimos os riscos de transmissão para as pessoas e contribuímos com a saúde pública coletiva”, adiciona a especialista.
Prevenção além da vacina
Além da vacinação, outras medidas preventivas são importantes, especialmente durante o período chuvoso:
Evitar contato com água parada ou áreas alagadas;
Manter o ambiente limpo e livre de lixo;
Controlar a presença de roedores;
Procurar um médico-veterinário ao notar sinais como apatia, febre e vômitos.
Em um cenário de mudanças climáticas dinâmicas e aumento de eventos extremos, o cuidado preventivo se torna ainda mais essencial, protegendo não apenas os animais, mas também as pessoas e o meio ambiente.
da Redação Paparazoo
